Andamos há algum tempo a meter-lhe na cabeça que ela tinha de deixar a chupeta, porque já estava com os dentes tortos. Ela respondia-nos que deixava quando fosse "ránde e noba", ou seja, quando fizesse 4 anos.
A estratégia que nós usamos foi a de lhe dizer que o carteiro (que é quem traz as coisas bonitas que ela tem: as fitas, os travessões...)ia levar a chupeta dela para um menino pequenino. Ela aceitou a ideia e sempre foi dizendo que quando fizesse os 4 anos ia dar a chupeta ao carteiro.
E ontem foi o dia.
Acordou e, depois de lhe darmos os parabéns e de a vestir, lá fomos nós à caixa do correio entregar a chupeta.
E não é que deixou?
Entretanto, mantivemos a mesma história para a chupeta da escola. Falei com a educadora que comprovou com ela que o carteiro tinha lá ido buscar a chupeta dela e que tinha prometido uma prenda para quando chegasse a casa. Parece que a sesta na escola foi pacífica.
Vamos ver como correm o resto das noites.